quarta-feira, 23 de junho de 2010

Planta brasileira é utilizada no tratamento do vitiligo


Mama Cadela, planta muito utilizada pela população do Cerrado como espécie medicinal, possui o principio ativo Brosimum gaudichaudii, eficaz no tratamento do vitiligo.SÃO PAULO [ ABN NEWS ] - A mama-cadela (Brosimum gaudichaudii), planta nativa do cerrado do Planalto Central do Brasil é uma árvore com tronco sinuoso e casca cinzenta que pode atingir até 4m de altura, possui ramos tortuosos, com flores minúsculas de coloração verde-amareladas, os frutos possuem sucos e cheiros adocicados e ficam alaranjados quando maduros, alcançando 3 cm de diâmetro.

Utilização medicinal - A Mama-cadela é por alguns considerada a única planta reconhecida no combate ao vitiligo - doença caracterizada pela diminuição de melanina (pigmento que dá cor à pele), essa despigmentação ocorre geralmente em forma de manchas brancas (hipocromia) de diversos tamanhos e com destruição focal ou difusa. Pode ocorrer em qualquer segmento da pele, inclusive na retina (olhos). Os locais mais comuns são a face, mãos e genitais. Sua causa ainda não é bem compreendida, embora o fator auto-imune pareça ser importante. Contudo, estresse físico, emocional, e ansiedade são fatores comuns no desencadeamento ou agravamento da doença que pode surgir em qualquer idade, sendo mais comum em duas faixas etárias: 10-15 anos e 20-40 anos.

O princípio ativo encontrado na planta é uma furocumarina (substância fotossensibilizante) o "bergapteno" presente nas raízes, cascas e frutos verdes, também recomendada em estado natural na forma de chás.

No Brasil a Sauad Farmacêutica, especializada em produtos fototerápicos, desenvolveu um medicamento fitoterápico (encontrado em forma de comprimidos, pomadas e soluções tópicas) que contém derivados furanocumarinos - Brosimun Gaudichaudii Trécul - e tem ação fotossensibilizante direta sobre os melanócitos desencadeando a produção de melanina, substância esta responsável pela natural pigmentação das lesões.

Nota da Redação - ABN NEWS - AGÊNCIA BRASILEIRA DE NOTÍCIAS não recomenda o uso de medicamentos e informa que a publicação desta matéria é destinada a classe médica. Antes de usar qualquer tipo ou modalidade de medicamento consulte o profissional especialista. O uso indiscriminado e mesmo moderado de drogas e medicamentos sem acompanhamento médico é prejudicial a saúde.



Fonte: ABN

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sábado, 7 de fevereiro de 2009

Tratamentos benéficos com ervas medicinais


A procura por vegetais capazes de aliviar os sofrimentos dos doentes começou provavelmente com os homens primitivos, nos primeiros agrupamentos humanos. Era preciso, por exemplo aliviar a dor (com opiáceos da papoula), resolver problemas estomacais (com atropina), curar as vias urinárias (com chá de quebra-pedra), aumentar a eficiência do coração. A China, com civilização marcada por inúmeras inovações, é considerada o berço do herbalismo, a medicina terapêutica praticada com o uso de ervas. Através do método do acerto e erro, os médicos chineses chegaram a conclusões terapêuticas extraordinárias.

Um exemplo: por ser um país montanhoso, na China é comum o problema de carência crônica de iodo. A falta de iodo faz a tireóide crescer e se tornar visível no pescoço. A tireóide aumentada é chamada de bócio. Os chineses empregavam esponjas marítimas secas ao sol e reduzidas a pó como tratamento altamente eficaz conto o bócio, com amplo sucesso. Hoje sabemos que as algas e esponjas do mar têm iodo em alta concentração e, são particularmente eficientes para a cura do bócio.

A medicina herbal chegou ao ocidente desde a época de Hipocrates, que recomendava um pequeno grupo de ervas medicinais ao lado de dietas para cada caso. Mais tarde, em Roma, Galeno usava, como os chineses, misturas herbais de várias fontes vegetais. Já no fim do século XIX muitos produtos farmacêuticos tinham sua base em plantas medicinais como os opiáceos, a efedrina, a atropina, a quinina, os digitálicos, para o coração. Atualmente, uma grande maioria dos habitantes do planeta não pode comprar remédio de farmácia e recorre às ervas medicinais. Demonstrando a crescente procura pela medicina natural, o número de artigos científicos publicados sobre as ervas pulou de 2.500 em 2000 para 14.000 em 2007.

As ervas de uso mais comum

O aparelho digestivo sempre foi o "campeão" do uso de medicina herbal. A prisão de ventre é tratada com várias ervas como o Sene e as fibras como o Psillium. Contra dor de barriga é possível usar o extrato de Atropa Belladona (atropina). Contra dor de estômago é usado o chá de carquejo, e por aí vai.

Extrato de alcachofra e boldo

Algumas substâncias podem oferecer estímulo para elevar o fluxo da bile pelos canais hepáticos, que formam uma malha de dutos que culminam na vesícula biliar. Esta, por sua vez, contrai-se à passagem do alimento pelo tubo digestivo (principalmente gordura, como azeite, gema de ovo, gordura animal), "jogando" a bile no tubo digestivo. A ação de alcachofra e boldo pode ser de duas formas: os coleréticos são agentes que promovem a secreção da bile pelas células hepáticas, e os colagogos são as plantas medicinais ou remédios preparados para estimular o fluxo da bile que já estava formada e a caminho do tubo digestivo. A maioria dos fitoterápicos são coleréticos e colagogos ao mesmo tempo, ou seja, estimulam a formação de bile e induzem a secreção biliar no tubo digestivo.


A alcachofra é um dos vegetais cultivados pelo homem desde épocas remotas. O extrato de alcachofra vem das folhas secas contendo flavonóides (antioxidantes). Estudos clínicos demonstraram que o extrato da alcachofra leva a nítido aumento da secreção de bile no duodeno (efeito colagogo), mas também nota-se aumento da bile formada no fígado (efeito colerético). Não deve ser empregado quando o paciente tem pedras na vesícula. O boldo é uma árvore pequena originária do Chile. O extrato das folhas produz a Boldina (secalóides e flavonóides). A boldina induz maior formação de bile (efeito colerético). Em animais de laboratório a boldina inibe o depósito de gordura no fígado, fenômeno usualmente observado em obesos. Associado à alcachofra, é considerado um excelente agente no tratamento de alterações funcionais do fígado (como a esteatose hepática, gordura no fígado).

Ginseng contra stress e fadiga

O uso de Ginseng é extremamente comum na China e na Coreia, bem como em outras regiões da Ásia. Atribui-se ao Ginseng as qualidades de aumentar a energia física e mental, aliviar o stress, melhorar a concentração e o poder cognitivo (para aprender novos fatos e dados). Entre os orientais o Ginseng é conhecido com um agente tônico, que restabelece o equilíbrio hormonal, aumenta a resistência orgânica e evita doenças. Tantas qualidades são devidas a produtos químicos chamados de ginsenosídeos, que interferem com o metabolismo celular.

Vários trabalhos em voluntários humanos demonstraram ações positivas do Ginseng ,com nítida elevação do consumo de oxigênio, melhor performance cardíaca, com incremento da capacidade de concentração e memória. Tais efeitos levam o idoso a ter melhor qualidade de vida, além de estimular o sistema imunitário (defesa contra bactérias, vírus, fungos). Outros estudos mostraram ação positiva no controle do diabetes tipo 2. Os efeitos colaterais são mínimos e irrelevantes nas doses usuais. O Ginseng é preparado a partir de suas raízes, trituradas e secas. Pode-se usar o pó das raízes ou o extrato do ginsenosideo a 4% (geralmente 100 mg duas vezes ao dia).


Ginkgo Biloba, o mais antigo

Essa árvore sobreviveu à Era Glacial somente na Ásia, tendo sido importada pelos europeus no século XVIII, como uma árvore ornamental. O extrato medicamentoso é preparado a partir das folhas secas e trituradas. Tornou-se, inicialmente, muito popular na Alemanha, quando um grupo de cientistas germânicos descobriu que o extrato de Ginkgo Biloba era extremamente ativo no aumento da circulação cerebral, aumentando o fluxo de oxigênio aos neurônios e, conseqüentemente, melhora de memória e da capacidade cognitiva. Observaram também melhoras nas alterações vasculares periféricas (varizes, má circulação). Entre os bons resultados obtidos são referidos a cura das vertigens, tonturas, tensão pré-menstrual e alergias.

O efeito farmacológico é devido a cerca de 40 componentes identificados sendo o mais importante os grupos de flavonóides e terpenóides. Em animais experimentais o Ginkgo Biloba induz nítida vasodilatação cerebral além de efeito antioxidante. Vários estudos clínicos mostram a eficácia do Ginkgo Biloba em situações de alterações da circulação cerebral (após um acidente vascular cerebral). Melhora da memória é um dos aspectos mais estudados deste medicamento herbal. O Ginkgo Biloba é particularmente indicado na população geriátrica com declínio de memória e do poder cognitivo. A dose usual é de 120 a 240 mg por dia, em dois doses diárias. O produto farmacêutico à venda geralmente é o extrato de folhas que contém cerca de 27% dos flavonoides. Efeitos colaterais são mínimos.

O uso do maracujá e sua flor

A flor do maracujá é muito rica em passiflorina, usada há muitos anos como agente sedativo, indutor do sono e com ampla atividade no alívio de ansiedade. Na Europa várias farmácias herbais fornecem a passiflorina junto com outros agentes herbais, como um tônico capaz de aliviar as situações de tensão, angústia, ansiedade e insônia. O extrato das flores contém um flavonóide chamado vitexina, que, injetado em ratos, leva ao sono profundo. Em seres humanos os estudos foram conduzidos com a combinação de passifora e valeriana, com excelentes resultados no alívio de situações angustiantes, de nervosismo intenso e de insônia persistente. Doses muito elevadas podem provocar períodos de inconsciência prolongados, mas isso ocorre muito raramente. De uma forma geral a Passiflorina é amplamente utilizada com ansiolítico brando, bem tolerado, sem problemas de dependência física ou psíquica, e muito útil em situações de elevado estresse, ansiedade e emotividades exageradas.

Fonte da notícia: Veja.com

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Cultivar plantas no interior


Não é preciso um arsenal para plantar ervas, legumes e hortaliças em casa ou mesmo no apartamento. O alimento fresco ainda serve para dar novo ar à decoração.
Vivendo em cidades grandes, são poucas as pessoas que podem se dar ao luxo de ir até o quintal e colher verduras, legumes e ervas fresquinhos na hora de preparar as refeições. Nos centros urbanos, a solução é mesmo fazer a feira, mas, para quem quer ter sempre à mão temperos naturais, prontos para dar um sabor especial ao prato, não é tão difícil montar uma horta doméstica. Além de proporcionar a quantidade certa de ervas, legumes e hortaliças, sem desperdício, plantar mudas em casa traz também a vantagem de ter o alimento a um custo quase nulo. O cultivo da terra, mesmo que em pequenas proporções, também é uma atividade relaxante, um incentivo para as crianças, e traz ainda uma alimentação livre de produtos químicos. Como orientam especialistas, qualquer cantinho, desde que arejado e com boa incidência de sol, pode servir, inclusive valorizando a decoração, com a elegância dos aromas próprios da natureza. É só comprar os equipamentos, e mãos à obra.

Qualquer pessoa que tenha um espaço livre em casa (varanda, cobertura, terraço, quintal, área de serviço) com alguma incidência de sol pode se dar ao luxo de cultivar desde temperos, ervas medicinais e aromáticas até hortaliças e legumes frescos, livres de produtos químicos, de acordo com as orientações da arquiteta Ana Paula Souza, dona da empresa Hortinha - Hortas Domésticas Planejadas, que faz canteiros domésticos planejados. "Podem ser terraços, varandas, jardineiras existentes do próprio apartamento. O fundamental é que bata sol", ressalta. Nos projetos que desenvolve, a arquiteta busca entender os desejos de cada cliente, e as diferenças em cada um dependem da disponibilidade de espaço, do nível de insolação, gostos culinários e necessidades terapêuticas. "Para quem mora da cidade, em casa ou apartamento, observamos o espaço com melhor insolação, de 2 a 3 horas diárias de sol direto, que não fique tão exposto ao vento, os recipientes que serão utilizados, o porte e forma de crescimento das espécies escolhidas", afirma Ana Paula.


A maneira mais fácil e prazerosa de cultivar plantas em casa é ter um canteiro de ervas. Para quem gosta de experimentar sabores, realçar aromas e incrementar visualmente seus pratos, as ervas são uma opção. Além disso, a grande maioria possui propriedades medicinais, o que permite seu uso terapêutico por meio de chás, óleos, xaropes, pomadas, cremes e águas floridas. "Ter uma horta doméstica proporciona bem estar, pois o verde das ervas, em composição com os recipientes escolhidos, tornam atraente um cantinho da varanda, enfim, da casa, que muitas vezes nem era percebido anteriormente. Traz alegria também. Estimula nossa criatividade gastronômica e nos permite cuidar melhor da saúde. Além de embelezar e perfumar nosso lar", continua a arquitecta.


Engana-se quem acha que é preciso dispor de um terreno grande para fazer uma horta, porque há temperos muito fáceis de cultivar em vasos e jardineiras, que crescem rapidamente, como: alecrim, arruda, babosa (aloe vera), boldo, capim-limão, cavalinha, cebolinha, coentro, estragão, erva-doce, hortelã, lavanda/alfazema, manjericão, manjericão roxo, manjerona, melissa/erva cidreira, orégano, pimentas, salsinha, salsinha crespa, salsão/aipo, sálvia, tomilho. "E as hortaliças e leguminosas mais simples e comuns para quem tem mais espaço e bastante sol são: alface, rúcula, tomate, pimentão, couve, rabanete, cenoura".


No preparo das mudas, o ideal é usar um terço de terra boa, um terço de areia e um terço de composto orgânico. Em relação à luminosidade, as mudas só se desenvolvem bem quando plantadas sob sol pleno, e a rega vai depender da espécie. Na hora do plantio, a distância melhor entre as mudas é de, geralmente, 20 cm, e, em vasos pequenos, é aconselhável não plantar mais de duas mudas. Também é melhor escolher sementes novas, já que a maioria dos temperos é anual.


HÁBITO


Trazendo para a capital a herança da vida no interior, a agente comunitária de saúde Kátia Maria Moreira, 44, mantém há 14 anos uma horta de 8mX8m no quintal de sua casa em BH. Ela planta desde temperos que usa na hora de preparar os alimentos, frutas, hortaliças, legumes, até ervas terapêuticas. Manjericão, salsa, cebolinha, couve, tomate, banana, acerola, caju, laranja, orégano, hortelã grande e pequeno, coentro, taioba, melissa, caninha de macaco, salsão, babosa, cenoura, beterraba, repolho e couve-flor são apenas alguns exemplos do que cultiva. Kátia até montou uma espécie de farmácia em casa para aproveitar as propriedades dos produtos. "Faço chá calmante com melissa e extrato de alface, uso hortelã, poejo e funcho para cólicas de neném, babosa para queimaduras, caninha de macaco para os rins, e também produzo shampoo com camomila e carquejo - esse último tem ação contra piolhos", conta.


Kátia também produz o próprio adubo orgânico, com restos de alimento, cascas e serragem. Para preparar a terra, ela usa o adubo intercalado com folhas secas e serragens, fazendo a mistura quinzenalmente que, depois de três meses, está pronta para receber as mudas. A rega é feita de dois em dois dias, com regador, ou aproveitando a água da chuva por um sistema próprio de coleta. Como o consumo de legumes e verduras é grande na família, conta que economiza no mínimo R$ 35 mensais, e até dá algumas plantas para os vizinhos. Mas a maior vantagem para Kátia em ter uma horta em casa, além de colher os produtos fresquinhos, sem agrotóxicos, é o prazer. "Eu relaxo mexendo na terra. As plantas já até me ajudaram a enfrentar uma depressão".





Fonte da notícia: Lugar Certo

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segunda-feira, 11 de agosto de 2008

A planta portuguesa "Salvia" ajuda a controlar o Alzheimer



Investigadores portugueses concluíram que extractos de uma espécie autóctone de salvia, muito presente nas serras d'Aire e Candeeiros, revelam um «enorme potencial» como terapia para melhorar capacidades cognitivas, funcionais e comportamentais em doentes com Alzheimer, escreve a Lusa.

«Vários extractos da espécie de salvia que estudamos provocam inibições bastante potentes de enzimas envolvidas na patologia de Alzheimer», disse Amélia Pilar Rauter, directora do Grupo de Química dos Glúcidos do Departamento de Química e Bioquímica da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, que lidera a investigação com Jorge Justino, presidente do Conselho Directivo da Escola Superior Agrária de Santarém (ESAS).

Falta agora transformar esses extractos em princípios activos que possam ser usados pela indústria farmacêutica, adiantou.

Para já, a investigação demonstrou a acção dos extractos desta espécie de salvia em duas enzimas que controlam a evolução da doença de Alzheimer, o que, segundo Jorge Justino, permitirá não curar mas controlar o desenvolvimento da patologia.

Baixo custo e ausência de toxicidade

Para os investigadores, o grande potencial da descoberta reside no seu baixo custo, na actividade biológica relevante e na ausência de toxicidade, frisando que até o comum chá desta planta pode ser usado como terapia na doença de Alzheimer.

«Vários extractos, incluindo a infusão em água (chá), mostraram capacidade para inibir as enzimas acetyl e butirilcholinesterase, envolvidas nas neurotransmissões cerebrais e responsáveis pela progressão da doença de Alzheimer», com a vantagem de os extractos bioactivos revelarem ausência de toxicidade, frisam os investigadores.

Jorge Justino afirmou que existem já no mercado alguns fármacos que inibem as duas enzimas envolvidas nas neurotransmissões cerebrais.

Contudo, os investigadores sublinham a «necessidade urgente» da descoberta de novas substâncias «mais eficientes e menos caras que as usadas actualmente».

Os primeiros estudos nesta planta iniciaram-se em 1992, num projecto que há um ano, publicados os primeiros resultados, conseguiu o apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) e se encontra em fase de registo de patente.

Fonte da notícia: IOL Diário

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